SpliceNet lança versão gratuita do Spartan-ERP com emissor de NF-e – COMPUTERWORLD

http://computerworld.com.br/splicenet-lanca-versao-gratuita-do-spartan-erp-com-emissor-de-nf-e

IOS 10 iPhones e iPads

Amanhã será atualizado o sistema operacional da Apple, o IOS 10 para iphones e ipads.

Vejam no link a seguir as novidades desta versão: https://blogdoiphone.com/2016/06/ios-10/

PMEs apostam em atendimento via WhatsApp; veja dicas

O aplicativo oferece conforto e comodidade aos consumidores, mas deve ser usado de forma adequada, indica o Sebrae.

O aplicativo de mensagens instantâneas WhatsApp já faz parte do dia-a-dia de muitos brasileiros. Não à toa, as PMEs decidiram aderir a esta facilidade para atender aos seus clientes.
De acordo com a 2ª Pesquisa Nacional do Varejo Online, feita pelo Sebrae em parceria com o E-commerce Brasil, 39% das empresas de pequeno porte que atuam no comércio eletrônico usam o WhatsApp, tanto no pré como no pós-venda, percentual que era de apenas 19% em 2014. No mesmo período, o uso do telefone caiu de 64% para 55%. 

A pesquisa mostra que, quanto menor a empresa, maior o uso do aplicativo: entre os microempreendedores individuais (MEI), quase a metade usa a ferramenta, ante 41% das microempresas e 26% das empresas de pequeno porte.

A empresa de pagamentos móveis payleven, por exemplo, decidiu começar a usar o aplicativo ao notar que muitos usuários tinham dificuldades para completar a documentação necessária para adquirir o leitor Chip&Senha, equipamento que se conecta a telefones celulares para permitir o pagamento com cartões de crédito e débito. Por meio do WhatsApp, a empresa recebe e tira possíveis dúvidas dos clientes em relação aos documentos.

De acordo com Adriana Barbosa, diretora-geral e fundadora da payleven Brasil, a ferramenta reduz o tempo médio de aprovação de um pedido. “O canal proporciona benefícios aos nossos clientes e seus consumidores, já que eles podem entrar em contato com as empresas de forma mais rápida e cômoda, em um canal com o qual estão muito mais familiarizados”, afirma. 

O Sebrae alerta, porém, que é necessário ter cuidados ao usar o aplicativo. “As mensagens de fato devem ser instantâneas e as respostas devem ser enviadas, no máximo, no mesmo dia em que foram recebidas”, aconselha Hyrla Marianna Oliveira, coordenadora nacional de e-commerce do Sebrae.

O Sebrae preparou uma lista com dicas para que o empresário faça o melhor uso do WhatsApp:

– Pergunte ao cliente se ele permite esse tipo de comunicação;

– Tenha um número somente para esse fim;

– Use boas práticas na comunicação e atendimento ao cliente, com linguajar adequado e atenção a erros gramaticais e de digitação;

– Informe o horário em que estará disponível online, para que não haja reclamações quanto à falta de atendimento. Informe também ao cliente que ele deve adicionar o telefone da empresa nos contatos, para que a mensagem enviada não seja classificada como spam;

– Seja objetivo, claro e breve nas mensagens;

– Divulgue apenas um ou dois conteúdos por dia para os participantes não se incomodarem com muitos posts; e

– Não compartilhe informações pessoais de clientes em grupos.

4ª REVOLUÇÃO INDUSTRIAL

Udo Gollub em Messe Berlin-(Conferência da Universidade da Singularidade)
Em 1998, a Kodak tinha 170.000 funcionários e vendeu 85% de todo o papel fotográfico vendido no mundo. No curso de poucos anos, o modelo de negócios dela desapareceu e eles abriram falência. O que aconteceu com a Kodak vai acontecer com um monte de indústrias nos próximos 10 anos – e a maioria das pessoas não enxerga isso chegando. Você poderia imaginar em 1998 que 3 anos mais tarde você nunca mais iria registrar fotos em filme de papel? 
No entanto, as câmeras digitais foram inventadas em 1975. As primeiras só tinham 10.000 pixels, mas seguiram a Lei de Moore. Assim como acontece com todas as tecnologias exponenciais, elas foram decepcionantes durante um longo tempo, até se tornarem imensamente superiores e dominantes em uns poucos anos. O mesmo acontecerá agora com a inteligência artificial, saúde, veículos autônomos e elétricos, com a educação, impressão em 3D, agricultura e empregos. 
Bem-vindo à quarta Revolução Industrial!
O software irá destroçar a maioria das atividades tradicionais nos próximos 5-10 anos.

O UBER é apenas uma ferramenta de software, eles não são proprietários de carros e são agora a maior companhia de táxis do mundo. A AIRBNB é a maior companhia hoteleira do mundo, embora eles não sejam proprietários.
Inteligência Artificial: Computadores estão se tornando exponencialmente melhores no entendimento do mundo. Neste ano, um computador derrotou o melhor jogador de GO do mundo, 10 anos antes do previsto. Nos Estados Unidos, advogados jovens já não conseguem empregos.  
Com o WATSON, da IBM, V. pode conseguir aconselhamento legal (por enquanto em assuntos mais ou menos básicos) dentro de segundos, com 90% de exatidão se comparado com os 70% de exatidão quando feito por humanos. Por isso, se V. está estudando Direito, PARE imediatamente. Haverá 90% menos advogados no futuro, apenas especialistas permanecerão. 
O WATSON já está ajudando enfermeiras a diagnosticar câncer, quatro vezes mais exatamente do que enfermeiras humanas.  
O FACEBOOK incorpora agora um software de reconhecimento de padrões que pode reconhecer faces melhor que os humanos. Em 2030, os computadores se tornarão mais inteligentes que os humanos. 
Veículos autônomos: em 2018 os primeiros veículos dirigidos automaticamente aparecerão ao público. Ao redor de 2020, a indústria automobilística completa começará a ser demolida. Você não desejará mais possuir um automóvel. Nossos filhos jamais necessitarão de uma carteira de habilitação ou serão donos de um carro.  
Isso mudará as cidades, pois necessitaremos 90-95 % menos carros para isso. Poderemos transformar áreas de estacionamento em parques. Cerca de 1.200.000 pessoas morrem a cada ano em acidentes automobilísticos em todo o mundo. Temos agora um acidente a cada 100.000 km, mas com veículos auto-dirigidos isto cairá para um acidente a cada 10.000.000 de km. Isso salvará mais de 1.000.000 de vidas a cada ano.
A maioria das empresas de carros poderão falir. Companhias tradicionais de carros adotam a tática evolucionária e constroem carros melhores, enquanto as companhias tecnológicas (Tesla, Apple, Google) adotarão a tática revolucionária e construirão um computador sobre rodas. Eu falei com um monte de engenheiros da Volkswagen e da Audi: eles estão completamente aterrorizados com a TESLA.
Companhias seguradores terão problemas enormes porque, sem acidentes, o seguro se tornará 100 vezes mais barato. O modelo dos negócios de seguros de automóveis deles desaparecerá. 
Os negócios imobiliários mudarão. Pelo fato de poderem trabalhar enquanto se deslocam, as pessoas vão se mudar para mais longe para viver em uma vizinhança mais bonita. 
Carros elétricos se tornarão dominantes até 2020. As cidades serão menos ruidosas porque todos os carros rodarão eletricamente. A eletricidade se tornará incrivelmente barata e limpa: a energia solar tem estado em uma curva exponencial por 30 anos, mas somente agora V. pode sentir o impacto. No ano passado, foram montadas mais instalações solares que fósseis. O preço da energia solar vai cair de tal forma que todas as mineradoras de carvão cessarão atividades ao redor de 2025.
Com eletricidade barata teremos água abundante e barata. A dessalinização agora consome apenas 2 quilowatts/hora por metro cúbico. Não temos escassez de água na maioria dos locais, temos apenas escassez de água potável. Imagine o que será possível se cada um tiver tanta água limpa quanto desejar, quase sem custo. 
Saúde: O preço do Tricorder X será anunciado este ano. Teremos companhias que irão construir um aparelho médico (chamado Tricorder na série Star Trek) que trabalha com o seu telefone, fazendo o escaneamento da sua retina, testa a sua amostra de sangue e analisa a sua respiração (bafômetro). Ele então analisa 54 bio-marcadores que identificarão praticamente qualquer doença. Vai ser barato, de tal forma que em poucos anos cada pessoa deste planeta terá acesso a medicina de padrão mundial praticamente de graça. 
Impressão 3D: o preço da impressora 3D mais barata caiu de US$ 18.000 para US$ 400 em 10 anos. Neste mesmo intervalo, tornou-se 100 vezes mais rápida. Todas as maiores fábricas de sapatos começaram a imprimir sapatos 3D. Peças de reposição para aviões já são impressas em 3D em aeroportos remotos. 
A Estação Espacial tem agora uma impressora 3D que elimina a necessidade de se ter um monte de peças de reposição como era necessário anteriormente. No final deste ano, os novos smartphones terão capacidade de escanear em 3D. Você poderá então escanear o seu pé e imprimir sapatos perfeitos em sua casa. Na China, já imprimiram em 3D todo um edifício completo de escritórios de 6 andares. Lá por 2027, 10% de tudo que for produzido será impresso em 3D.
Oportunidades de negócios: Se V. pensa em um nicho no qual gostaria de entrar, pergunte a si mesmo: “SERÁ QUE TEREMOS ISSO NO FUTURO?” e, se a resposta for SIM, como V. poderá fazer isso acontecer mais cedo? Se não funcionar com o seu telefone, ESQUEÇA a idéia. E qualquer idéia projetada para o sucesso no século 20 estará fadada a falhar no século 21. 
Trabalho: 70-80% dos empregos desaparecerão nos próximos 20 anos. Haverá uma porção de novos empregos, mas não está claro se haverá suficientes empregos novos em tempo tão exíguo. 
Agricultura: haverá um robô agricultor de US$ 100,00 no futuro. Agricultores do 3º mundo poderão tornar-se gerentes das suas terras ao invés de trabalhar nelas todos os dias. A AEROPONIA necessitará de bem menos água. A primeira vitela produzida “in vitro” já está disponível e vai se tornar mais barata que a vitela natural da vaca ao redor de 2018.  
Atualmente, cerca de 30% de todos as superfícies agriculturáveis são ocupados por vacas. Imagine se tais espaços deixarem se ser usados desta forma. Há muitas iniciativas atuais de trazer proteína de insetos em breve para o mercado. Eles fornecem mais proteína que a carne. Deverá ser rotulada de FONTE ALTERNATIVA DE PROTEÍNA. (porque muitas pessoas ainda rejeitam ideias de comer insetos). 
Existe um aplicativo chamado “moodies” (estados de humor) que já é capaz de dizer em que estado de humor V. está. Até 2020 haverá aplicativos que podem saber se V. está mentindo pelas suas expressões faciais. Imagine um debate político onde estiverem mostrando quando as pessoas estão dizendo a verdade e quando não estão. 
O BITCOIN (dinheiro virtual) pode se tornar dominante este ano e poderá até mesmo tornar-se em moeda-reserva padrão. 
Longevidade: atualmente, a expectativa de vida aumenta uns 3 meses por ano. Há quatro anos, a expectativa de vida costumava ser de 79 anos e agora é de 80 anos. O aumento em si também está aumentando e ao redor de 2036, haverá um aumento de mais de um ano por ano. Assim possamos todos viver vidas longas, longas, possivelmente bem mais que 100 anos.
Educação: os smartphones mais baratos já estão custando US$ 10,00 na África e na Ásia. Até 2020, 70% de todos os humanos terão um smartphone. Isso significa que cada um tem o mesmo acesso a educação de classe mundial. Cada criança poderá usar a academia KHAN para tudo o que uma criança aprende na escola nos países de Primeiro Mundo.

Economia colaborativa: alternativa que cresce para enfrentar a crise

Cronômetro, Relógio, Parar, Humanos

Com restrição orçamentária das famílias, há tendência de maior procura por mecanismos colaborativos, mais baratos do que serviços tradicionais. Em tempos de crise, com inflação alta e desemprego, compartilhar é economizar

Economizar na compra de equipamentos que você só precisa utilizar ocasionalmente, trocar ou vender produtos usados, dividir as despesas de um espaço comercial com outras empresas, trocar o hotel por uma hospedagem residencial. Tudo isso é proporcionado pela economia compartilhada, também chamada de colaborativa. Isso já foi considerado somente um estilo de vida, mas em tempos de altos índices de desemprego e inflação como o atual, muita gente está cortando gastos para não acabar endividado em 2016 e apostando nessa modalidade que tem ganhado fôlego nos últimos anos.
Uma pesquisa da Market Analysis, especializada em comportamento do consumidor, mostrou que pelo menos um em cada cinco brasileiros já está familiarizado com esse conceito. Enquanto isso, um estudo do Instituto Data Popular, 91% dos brasileiros reduziram o consumo em 2015. Por isso, a prática da economia colaborativa, que se utiliza de tecnologias como sites e aplicativos e cresceu juntamente com o boom das redes sociais, tem conquistado cada vez mais espaço.
A professora Camila Cynara viajou com seis amigos para passar o carnaval em Olinda (PE) neste ano. A hospedagem foi reservada através do Airbnb, um bom exemplo de plataforma de economia compartilhada. Ela permite aos indivíduos alugar toda ou parte de uma residência particular, fazendo a conexão entre a pessoa que oferece a acomodação e o turista que busca pela locação, sem intermediários.
“Essa não foi a primeira vez que usei o Airbnb e eu adoro. Cada um pagou R$ 330 para ficar uma semana nesta casa em Olinda”, contou Camila. A hospedagem no mesmo período em hotéis da cidade pode custar até cinco vezes esse valor. “Você ainda tem acesso a coisas às quais você não teria em um hotel, como cozinha, por exemplo. Além da oportunidade de trocar uma ideia com os moradores locais, ouvir as dicas e sugestões”, completou a professora.
De acordo com levantamento feito pelo Fato Online, o maior número de projetos de economia compartilhada, que podem ser acessados por meio de sites na internet ou aplicativos de aparelhos móveis (veja exemplos no final do texto), possui foco na área de prestação e contratação de serviços. Em 2015, justamente por causa do agravamento dos efeitos da crise econômica, de acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Pesquisa), todos os grupos de produtos e serviços que compõem o custo de vida dos brasileiros tiveram alta. O destaque negativo ficou por conta do setor de habitação, que subiu 18,31%.
Projetos de economia compartilhada também ajudaram Eliel da Costa, 42 anos, a minimizar os efeitos da crise. Biomédico de formação, Costa estava desempregado há um ano e meio quando conheceu o Uber, serviço que permite que você solicite motoristas particulares diretamente através de um aplicativo para smartphones.  “Decidi me tornar um dos motoristas do Uber. Comprei um carro, me adequei às exigências da empresa e saí daquela zona de desconforto que é estar desempregado”. Atualmente, Costa conta que ganha mais do que um biomédico formado recebe na cidade onde mora, Brasília.
Segundo ele, o investimento é alto devido aos custos de aquisição do veículo, gasolina, manutenção, entre outros. Entretanto, Costa, que já foi barbeiro, segurança, vigilante, manobrista, garante que, para ele, o trabalho no Uber veio em boa hora. “Eu sempre ganhei pouco, então, para mim, foi muito bom”, disse. “Além disso, posso definir a própria rotina de trabalho, tirar um horário para estudar, ficar com os filhos”, completou.
Estilo de vida
“Ela surgiu da necessidade, do aperto financeiro, mas as pessoas estão começando a enxergar que o planeta está saturado de tudo o que a gente compra, consome e descarta”
Vitor Pajola, site ConsumoColaborativo
Há quem defenda a existência de uma filosofia de vida por trás da economia compartilhada. De acordo com Vitor Pajola, idealizador do site ConsumoColaborativo.CC, a contribuição para a redução do impacto ambiental e o uso consciente dos recursos são outros benefícios desta prática. “Ela surgiu da necessidade, do aperto financeiro, mas as pessoas estão começando a enxergar que o planeta está saturado de tudo o que a gente compra, consome e descarta”, disse.
“Ao invés de você comprar uma máquina de lavar, por exemplo, você vai pagar para usar a de alguém que já possui o eletrodoméstico. Você está economizando e sendo ecologicamente correto”, completou Pajola. Em alguns sites, por exemplo, ao invés de comprar determinados equipamentos, é possível alugá-los pelo tempo que for preciso.
Fonte: Fato Online
Artigo original publicado em:

Comunicado

Feliz Natal

Comunico que estaremos em recesso no período de 18/12/ 2015 a 03/01/2016.

Aproveito para desejar a todos os amigos, clientes e fornecedores um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo.

Precisa vender e/ou comprar produtos e serviços

Você já conhece o oHub?

O oHub é uma ferramenta que conecta empresas que estão precisando de um prestador de serviço com aquelas que buscam novos clientes.

A solução atende qualquer tipo de empresas e os fornecedores cadastrados são, principalmente, empreendedores individuais, profissionais liberais, pequenas e médias empresas do mercado B2B (negócios entre empresas).

O oHub acredita na importância das pequenas e médias empresas para o desenvolvimento econômico global e para que elas possam gerar cada vez mais e mais negócios, através de uma plataforma rápida, eficiente e bem organizada permite que compradores encontrem novos fornecedores.

O que quer dizer hub?

Hub é um termo em inglês que tem diversos significados em português, dependendo do contexto.

No caso do oHub a melhor definição é de que hubs são centros de atividade, interesse, comércio ou transporte, é um ponto focal onde eventos acontecem.

Normalmente eles são criados para aumentar a eficiência de processos pois é nele que convergem uma série de pessoas e atividades, que juntas geram um valor muito maior para todos seus participantes com economia de tempo, aumento de receitas e diminuição de custos.

Para maiores informações consulte ohub.com.br

Conheça taxas abusivas que você não precisa pagar

Diariamente, pagamos algumas taxas por produtos e serviços sem nem perceber. Outras até percebemos, sem saber que na verdade são indevidas. O Código de Defesa do Consumidor prevê direitos que protegem o consumidor de práticas abusivas, mas isso não impede algumas empresas e instituições de cobrar além do devido. Pensando nisso, elaboramos uma lista com algumas das taxas mais comuns que são cobradas, mas você não precisa pagar. Confira:

Bares e restaurantes

Muitos estabelecimentos distribuem comandas individuais aos seus clientes e avisam que irão cobrar taxas em casos de perdas, mas a prática é proibida. Cabe ao próprio estabelecimento, não ao cliente, controlar o que está sendo consumido. Uma comanda perdida é um risco do negócio, e o consumidor não deve pagar por isso.

Outro hábito comum em restaurantes, bares e casas noturnas é cobrar uma taxa de consumação mínima. Um projeto de lei está na pauta da Câmara para proibir essa taxa especificamente, mas a prática já é considerada pelo Procon como “venda casada”, que é proibida pelo Código de Defesa e Proteção do Consumidor.

Faculdades e escolas

As faculdades e escolas não podem cobrar taxas extras por emissão de históricos, certificados ou diplomas seja no ensino fundamental, médio ou superior. O MEC afirma que as despesas com esses documentos estão incluídas nas mensalidades pagas pelos serviços educacionais prestados pela instituição, “conforme a interpretação dos artigos 22, XXIV, e 24, IX, da Constituição Federal, combinados com os artigos 48, § 1° e 53, VI, da Lei n° 9.394/96 (LDB) em face dos artigos 2° e 3°, da Lei n° 8.078/90, e nos termos da Lei nº 9.870/99”.

Bancos

Nas instituições onde mais se cobram taxas não é de se estranhar que algumas sejam indevidas. Taxa de Abertura de Crédito (TAC), Tarifa de Emissão de Boleto (TEB), Tarifa de Emissão de Carnê (TEC), Tarifa de Liquidação Antecipada (TLA) – nada disso o consumidor é obrigado a pagar.

A TLA é cobrada em financiamentos ou empréstimos caso o consumidor deseje antecipar a quitação de sua dívida, com a justificativa de que um pagamento antecipado altera o planejamento de entrada de recursos do banco. Mas a taxa é indevida, já que antecipar o pagamento é um direito previsto pelo CDC. Já as TEB e TEC foram consideradas abusivas pelo Supremo Tribunal da Justiça, que entendeu que despesas administrativas da empresa não devem ser pagas pelo consumidor.

Também não é permitido ao banco cobrar tarifa de manutenção de conta salário, tarifa de manutenção sobre contas inativas (a instituição deve notificar que irá encerrar a conta após seis meses sem movimentação) e taxa por reenvio de cartão que não foi solicitado pelo cliente.

Muita confusão existe, entretanto, em relação à Taxa de Cadastro, também chamada de Taxa de Análise de Crédito, que é legítima. Embora a Taxa de Abertura de Crédito seja abusiva, a Taxa de Cadastro pode ser cobrada no início do relacionamento do consumidor com o banco, arcando com o custo de análise de crédito que a instituição fará do consumidor.

Financiamentos de carros

Na hora do financiamento de carros, as regras são as mesmas para os bancos. Taxas de abertura de crédito, emissão de boleto e carnê e liquidação antecipada são indevidas. A única exceção é a da TLA no caso de financiamento por leasing, o arrendamento mercantil. Esse financiamento é na verdade uma locação com opção de compra ao final do contrato, e a TLA pode ser cobrada caso o valor seja liquidado antes de 48 meses.

Financiamentos de imóveis

Nos financiamentos de imóveis uma das taxas mais comuns é a Serviço de Assistência Técnica Imobiliária. A taxa SATI geralmente equivale a 0,88% do valor do imóvel, cobrindo despesas como auxílio jurídico para elaborar e firmar o contrato, e muitas vezes é imposta ao consumidor na hora de fechar o negócio, mas ela não é obrigatória. O consumidor tem o direito de não utilizar esse auxílio, e os gastos da imobiliária ou construtora não devem ser pagos por ele.

Outra taxa indevida é a de corretagem. A comissão do corretor deve ser cobrada quando ele for contratado diretamente pelo consumidor, mas se o profissional estiver a serviço da empresa fechando o contrato, é ela quem paga. O consumidor não é obrigado a pagar um serviço que não contratou.

Texto publicado em http://www.administradores.com,  1 de julho de 2015.

Empreendedor precisa estabelecer metas claras

Saber onde quer chegar e manter-se alinhado a essa busca é fundamental para quem começa um negócio próprio. Com tanta informação, competitividade elevada e condições econômicas que desafiam qualquer caixa, o empreendedor precisa manter o foco em seus objetivos, planejar metas em patamares realistas e trabalhar duro para avançar.

Com mais de 20 anos de experiência à frente de um empreendimento que tem por missão prestar serviços e soluções para pequenos e médios empresários, profissionais liberais e empresas que começam atividades no País, observo que muitos sonhos se perdem no caminho por falta de disciplina. Quem decide ser senhor de seu próprio tempo e salário não pode desperdiçar atenção ou se deixar engolir pela falta de organização. Contar com um bom suporte para que ele, empresário, concentre atenção em construir o negócio é essencial.

O mundo está cada vez mais competitivo e a tarefa de alavancar uma empresa não é fácil. Exige comprometimento, disposição para enfrentar desafios, capacidade para formar um bom time de profissionais, captar recursos, gerenciar processos e talentos e, claro, conquistar clientes.

Os desafios são grandes e, na verdade, sempre existiram. Mudam de contexto, mas não deixam de estar presente na vida do empreendedor. Nos anos 90, por exemplo, quando comecei meu negócio, vivíamos o auge da cultura da terceirização, que impulsionou a formação de micro e pequenas empresas, cada uma focada em um nicho, pronta para suprir uma demanda. Muitas delas evoluíram, se especializaram e consolidaram presença em seus respectivos mercados. Isso impactou a sociedade, as relações de trabalho e os modelos de gestão.

Hoje, estamos diante de uma realidade econômica que nos obriga a ser bons administradores. Quem não souber conciliar caixa com investimentos estará perdido. Sem investir, o negócio não se renova e perde espaço no mercado. Se gastar demais, não terá fôlego para chegar ao final do ano com as contas em dia. O empreendedor de hoje precisa ser bem assessorado na gestão de recursos. Muitos começaram o ano cortando despesas, buscando alternativas para reduzir custos fixos. Quem, como eu, lidera um escritório virtual, percebeu muito bem esse movimento.

Minha vida de executiva me trouxe outra missão, a de criar constantemente um ambiente e condições que permitam a outros empreendedores evoluírem na realização de seus sonhos.

Se para isso, eles precisam de uma base operacional com conforto, boa localização e suporte de serviços, é isso que eu me empenho em construir e oferecer. Em duas décadas nesse segmento, percebi o quanto é importante para um jovem empresário ter um porto seguro. Um lugar que ofereça suporte eficaz, que tire dos ombros do empresário de grande, médio ou pequeno portes, do profissional liberal ou do pequeno empreendedor o peso da rotina e da burocracia.

O cliente desse serviço precisa de serviço de qualidade, agilidade e segurança. Precisa aliar-se a quem opera em sede própria, estrategicamente localizada e conte com excelente estrutura de apoio. E para atendê-lo, nós, os empreendedores que atuamos no ramo dos escritórios virtuais, estamos sempre em busca de um mix robusto de produtos para atendê-los, dentro de suas expectativas de serviços e com preços competitivos.

Perpetuar a empresa do outro é o nosso negócio. É trabalhoso, mas também muito compensador. É uma vitória compartilhar da construção de novas empresas e ver que elas conseguiram crescer e ganhar mercado.

Texto publicado em http://www.administradores.com, 27 de julho de 2015, às 9h57, por Mari Gradilone, CEO da Virtual Office.

Como contratar o gestor financeiro ideal para sua empresa

Finanças

Não tem saída! Como empreendedor, se finanças não é seu forte, a gestão desses processos logo vão virar um gargalo para a empresa. Se você entende bastante de finanças, logo não vai poder dar a devida atenção a isso – afinal, seus parceiros precisam de você.

Por isso, em algum momento, uma pessoa dedicada à área será fundamental para seu negócio conseguir crescer. Mas entender o perfil ideal para o gestor financeiro demanda, antes de tudo, entender o protagonismo da área financeira na gestão de empresas.

A área de finanças tem um papel fundamental na formulação da estratégica, na administração financeira, no controle gerencial e nos desafios do crescimento, com forte influência na implementação dos planos que transformam estratégia em ação. Conheça um pouco mais sobre a área e saiba como contratar o gestor financeiro ideal para sua empresa.

O papel estratégico da área de finanças

Em seu livro “Safári de Estratégia”, Henri Mintzberg sugere que a formulação da estratégia parece ser vital para a sobrevivência e o crescimento do negócio e que o campo da estratégia é caracterizado pelo foco na escolha: como e onde encontrar a melhor estratégia, ou melhor, como criá-la, quando não puder ser encontrada, e como explorá-la.

A área financeira é líder deste processo e entender o modelo de negócio da empresa é base fundamental do processo de planejamento estratégico e operacional (orçamento).

Os elementos do controle gerencial incluem planejamento estratégico, elaboração do orçamento, alocação de recursos e responsabilidades, mensuração de desempenho, avaliação e recompensa. De uma forma simplista, um processo de controle gerencial eficiente deverá garantir a implementação dos planos estratégicos – “transformando estratégia em ação”, maximizando os resultados do negócio.

A administração financeira, derivada do planejamento, realça ainda mais o papel da área financeira no planejamento e controle dos resultados do negócio.

As funções primordiais de um gestor financeiro

L.J. Gitman, no livro “Princípios da Administração Financeira”, destaca as três funções primordiais do administrador financeiro: análise e planejamento financeiro, a administração da estrutura de ativos da empresa e de sua estrutura financeira (capital).

O ambiente legal, operacional e tributário e conceitos como margem de contribuição, lucro operacional, ponto de equilíbrio, o valor do dinheiro no tempo, risco e retorno, fluxo de caixa, estrutura de capital são abordados no campo da administração financeira.

Merecem especial atenção o entendimento por parte do gestor financeiro das contas referentes ao Demonstrativo de Resultados – Lucros e Perdas e de Balanço Patrimonial. É evidente a importância na gestão e entendimento do balanço, que reflete a saúde financeira da empresa e não somente o resultado de um determinado exercício.

É importante ressaltar o papel do gestor financeiro no crescimento do negócio, entendendo as alavancas do crescimento e a maximização do retorno ao acionista/investidor. Algumas questões importantes que devem ser abordadas:

  1. Estratégia de precificação – como maximizar valor do seu produto ou serviço, tendo em vista as demandas do consumidor e a dinâmica do mercado?
  2. Gestão de custos e eficácia operacional – como maximizar alocação de recursos? Qual o impacto da tecnologia da informação no seu negócio?
  3. Volume e participação de mercado – quais as alavancas de demanda e o papel da inovação?
  4. Gestão de performance – como estabelecer metas e indicadores de gestão e performance?
  5. Planejamento tributário – como mitigar os impactos dos impostos diretos e indiretos, de acordo com a legislação? Ex: Lucro presumido ou real? Qual a melhor opção?
  6. Gestão da complexidade – o dilema do crescimento: estou preparado para o desafio da complexidade na gestão?

Com a participação de fundos de private equity e venture capital em startups e empresas de pequeno e médio porte, a competência na gestão da relação com investidores e acionistas estendeu ainda mais o perfil do gestor financeiro.

Competências de um líder financeiro

Como gestor líder destes processos, além do conhecimento técnico, o aspecto comportamental merece atenção especial. Destacamos cinco importantes aspectos da capacidade de liderança do gestor:

  1. Trabalho em equipe e na formação de talentos – equipes de alta performance.
  2. Inovação – capacidade de inovar desafiando o status quo de processos e sistemas – eficácia operacional.
  3. Disciplina no planejamento e controle – governança e gestão de Risco.
  4. Foco no resultado – a meritocracia na entrega da equipe e do indivíduo.
  5. Comunicação – o poder de comunicar de forma clara e persuasiva dentro e fora da área financeira.

Por último, em relação ao potencial do gestor financeiro e sua carreira na empresa, cabe destacar três elementos fundamentais:

  1. Agilidade de aprendizado – capacidade de assumir novos desafios e responsabilidades.
  2. Elevado grau de comprometimento – capacidade de entender a empresa como o objetivo primordial.
  3. Ambição de crescer – Crescer profissionalmente e como indivíduo, interdependente com a empresa.

Certamente, será necessária a ajuda de gente experiente na área de finanças para auxiliá-lo na escolha do seu gestor financeiro. Mentores e conselheiros com experiência na área devem ser consultados e, se possível, fazer parte do processo de tomada de decisão na escolha do talento ideal para sua empresa, que deverá combinar o talento técnico e de liderança com o potencial de crescimento profissional.

Fonte: Fernando Teixeira para Revista Exame

Fernando Teixeira é General Manager da Emporium Cigars. Exerceu diversos cargos de liderança na área Financeira na Souza Cruz, até ocupar o cargo de Diretor de Recursos Humanos da empresa. Foi Presidente do Conselho de Administração da Brascuba Cigarrillos S.A e Presidente da Fundação Albino Souza Cruz (Previdência Privada). Fernando é graduado em Engenharia pela PUC-RJ, com Mestrado em Administração de Empresas na COPPEAD -UFRJ, cursos de extensão em Cranfield University – UK (Finanças) e Michigan University – USA (RH).

Avatar de santatecnologiaSanta Tecnologia

A rapidez da transformação digital e os curtos ciclos de vida dos dispositivos e serviços aumentam a importância e a pressão sobre os testes de garantia de qualidade.

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A Capgemini, um dos principais provedores globais de serviços de consultoria, tecnologia e terceirização, e a Sogeti, sua divisão de serviços profissionais, divulgaram os resultados da 7ª edição do World Quality Report (Relatório Mundial sobre Qualidade). Publicado em parceria com a HP, o estudo anual avalia o nível de qualidade das aplicações e testes em diversos setores e regiões.

O relatório deste ano revela que as organizações estão valorizando mais a garantia da qualidade e os testes devido à velocidade da transformação digital, que está contribuindo para o aumento do número de novas aplicações, afetando suas operações. Este ponto foi considerado um obstáculo pelas empresas entrevistadas, uma vez que 55% das empresas identificaram “a mudança rápida da funcionalidade das aplicações” como…

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