Economia colaborativa: alternativa que cresce para enfrentar a crise

Cronômetro, Relógio, Parar, Humanos

Com restrição orçamentária das famílias, há tendência de maior procura por mecanismos colaborativos, mais baratos do que serviços tradicionais. Em tempos de crise, com inflação alta e desemprego, compartilhar é economizar

Economizar na compra de equipamentos que você só precisa utilizar ocasionalmente, trocar ou vender produtos usados, dividir as despesas de um espaço comercial com outras empresas, trocar o hotel por uma hospedagem residencial. Tudo isso é proporcionado pela economia compartilhada, também chamada de colaborativa. Isso já foi considerado somente um estilo de vida, mas em tempos de altos índices de desemprego e inflação como o atual, muita gente está cortando gastos para não acabar endividado em 2016 e apostando nessa modalidade que tem ganhado fôlego nos últimos anos.
Uma pesquisa da Market Analysis, especializada em comportamento do consumidor, mostrou que pelo menos um em cada cinco brasileiros já está familiarizado com esse conceito. Enquanto isso, um estudo do Instituto Data Popular, 91% dos brasileiros reduziram o consumo em 2015. Por isso, a prática da economia colaborativa, que se utiliza de tecnologias como sites e aplicativos e cresceu juntamente com o boom das redes sociais, tem conquistado cada vez mais espaço.
A professora Camila Cynara viajou com seis amigos para passar o carnaval em Olinda (PE) neste ano. A hospedagem foi reservada através do Airbnb, um bom exemplo de plataforma de economia compartilhada. Ela permite aos indivíduos alugar toda ou parte de uma residência particular, fazendo a conexão entre a pessoa que oferece a acomodação e o turista que busca pela locação, sem intermediários.
“Essa não foi a primeira vez que usei o Airbnb e eu adoro. Cada um pagou R$ 330 para ficar uma semana nesta casa em Olinda”, contou Camila. A hospedagem no mesmo período em hotéis da cidade pode custar até cinco vezes esse valor. “Você ainda tem acesso a coisas às quais você não teria em um hotel, como cozinha, por exemplo. Além da oportunidade de trocar uma ideia com os moradores locais, ouvir as dicas e sugestões”, completou a professora.
De acordo com levantamento feito pelo Fato Online, o maior número de projetos de economia compartilhada, que podem ser acessados por meio de sites na internet ou aplicativos de aparelhos móveis (veja exemplos no final do texto), possui foco na área de prestação e contratação de serviços. Em 2015, justamente por causa do agravamento dos efeitos da crise econômica, de acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Pesquisa), todos os grupos de produtos e serviços que compõem o custo de vida dos brasileiros tiveram alta. O destaque negativo ficou por conta do setor de habitação, que subiu 18,31%.
Projetos de economia compartilhada também ajudaram Eliel da Costa, 42 anos, a minimizar os efeitos da crise. Biomédico de formação, Costa estava desempregado há um ano e meio quando conheceu o Uber, serviço que permite que você solicite motoristas particulares diretamente através de um aplicativo para smartphones.  “Decidi me tornar um dos motoristas do Uber. Comprei um carro, me adequei às exigências da empresa e saí daquela zona de desconforto que é estar desempregado”. Atualmente, Costa conta que ganha mais do que um biomédico formado recebe na cidade onde mora, Brasília.
Segundo ele, o investimento é alto devido aos custos de aquisição do veículo, gasolina, manutenção, entre outros. Entretanto, Costa, que já foi barbeiro, segurança, vigilante, manobrista, garante que, para ele, o trabalho no Uber veio em boa hora. “Eu sempre ganhei pouco, então, para mim, foi muito bom”, disse. “Além disso, posso definir a própria rotina de trabalho, tirar um horário para estudar, ficar com os filhos”, completou.
Estilo de vida
“Ela surgiu da necessidade, do aperto financeiro, mas as pessoas estão começando a enxergar que o planeta está saturado de tudo o que a gente compra, consome e descarta”
Vitor Pajola, site ConsumoColaborativo
Há quem defenda a existência de uma filosofia de vida por trás da economia compartilhada. De acordo com Vitor Pajola, idealizador do site ConsumoColaborativo.CC, a contribuição para a redução do impacto ambiental e o uso consciente dos recursos são outros benefícios desta prática. “Ela surgiu da necessidade, do aperto financeiro, mas as pessoas estão começando a enxergar que o planeta está saturado de tudo o que a gente compra, consome e descarta”, disse.
“Ao invés de você comprar uma máquina de lavar, por exemplo, você vai pagar para usar a de alguém que já possui o eletrodoméstico. Você está economizando e sendo ecologicamente correto”, completou Pajola. Em alguns sites, por exemplo, ao invés de comprar determinados equipamentos, é possível alugá-los pelo tempo que for preciso.
Fonte: Fato Online
Artigo original publicado em:

Precisa vender e/ou comprar produtos e serviços

Você já conhece o oHub?

O oHub é uma ferramenta que conecta empresas que estão precisando de um prestador de serviço com aquelas que buscam novos clientes.

A solução atende qualquer tipo de empresas e os fornecedores cadastrados são, principalmente, empreendedores individuais, profissionais liberais, pequenas e médias empresas do mercado B2B (negócios entre empresas).

O oHub acredita na importância das pequenas e médias empresas para o desenvolvimento econômico global e para que elas possam gerar cada vez mais e mais negócios, através de uma plataforma rápida, eficiente e bem organizada permite que compradores encontrem novos fornecedores.

O que quer dizer hub?

Hub é um termo em inglês que tem diversos significados em português, dependendo do contexto.

No caso do oHub a melhor definição é de que hubs são centros de atividade, interesse, comércio ou transporte, é um ponto focal onde eventos acontecem.

Normalmente eles são criados para aumentar a eficiência de processos pois é nele que convergem uma série de pessoas e atividades, que juntas geram um valor muito maior para todos seus participantes com economia de tempo, aumento de receitas e diminuição de custos.

Para maiores informações consulte ohub.com.br

Conheça taxas abusivas que você não precisa pagar

Diariamente, pagamos algumas taxas por produtos e serviços sem nem perceber. Outras até percebemos, sem saber que na verdade são indevidas. O Código de Defesa do Consumidor prevê direitos que protegem o consumidor de práticas abusivas, mas isso não impede algumas empresas e instituições de cobrar além do devido. Pensando nisso, elaboramos uma lista com algumas das taxas mais comuns que são cobradas, mas você não precisa pagar. Confira:

Bares e restaurantes

Muitos estabelecimentos distribuem comandas individuais aos seus clientes e avisam que irão cobrar taxas em casos de perdas, mas a prática é proibida. Cabe ao próprio estabelecimento, não ao cliente, controlar o que está sendo consumido. Uma comanda perdida é um risco do negócio, e o consumidor não deve pagar por isso.

Outro hábito comum em restaurantes, bares e casas noturnas é cobrar uma taxa de consumação mínima. Um projeto de lei está na pauta da Câmara para proibir essa taxa especificamente, mas a prática já é considerada pelo Procon como “venda casada”, que é proibida pelo Código de Defesa e Proteção do Consumidor.

Faculdades e escolas

As faculdades e escolas não podem cobrar taxas extras por emissão de históricos, certificados ou diplomas seja no ensino fundamental, médio ou superior. O MEC afirma que as despesas com esses documentos estão incluídas nas mensalidades pagas pelos serviços educacionais prestados pela instituição, “conforme a interpretação dos artigos 22, XXIV, e 24, IX, da Constituição Federal, combinados com os artigos 48, § 1° e 53, VI, da Lei n° 9.394/96 (LDB) em face dos artigos 2° e 3°, da Lei n° 8.078/90, e nos termos da Lei nº 9.870/99”.

Bancos

Nas instituições onde mais se cobram taxas não é de se estranhar que algumas sejam indevidas. Taxa de Abertura de Crédito (TAC), Tarifa de Emissão de Boleto (TEB), Tarifa de Emissão de Carnê (TEC), Tarifa de Liquidação Antecipada (TLA) – nada disso o consumidor é obrigado a pagar.

A TLA é cobrada em financiamentos ou empréstimos caso o consumidor deseje antecipar a quitação de sua dívida, com a justificativa de que um pagamento antecipado altera o planejamento de entrada de recursos do banco. Mas a taxa é indevida, já que antecipar o pagamento é um direito previsto pelo CDC. Já as TEB e TEC foram consideradas abusivas pelo Supremo Tribunal da Justiça, que entendeu que despesas administrativas da empresa não devem ser pagas pelo consumidor.

Também não é permitido ao banco cobrar tarifa de manutenção de conta salário, tarifa de manutenção sobre contas inativas (a instituição deve notificar que irá encerrar a conta após seis meses sem movimentação) e taxa por reenvio de cartão que não foi solicitado pelo cliente.

Muita confusão existe, entretanto, em relação à Taxa de Cadastro, também chamada de Taxa de Análise de Crédito, que é legítima. Embora a Taxa de Abertura de Crédito seja abusiva, a Taxa de Cadastro pode ser cobrada no início do relacionamento do consumidor com o banco, arcando com o custo de análise de crédito que a instituição fará do consumidor.

Financiamentos de carros

Na hora do financiamento de carros, as regras são as mesmas para os bancos. Taxas de abertura de crédito, emissão de boleto e carnê e liquidação antecipada são indevidas. A única exceção é a da TLA no caso de financiamento por leasing, o arrendamento mercantil. Esse financiamento é na verdade uma locação com opção de compra ao final do contrato, e a TLA pode ser cobrada caso o valor seja liquidado antes de 48 meses.

Financiamentos de imóveis

Nos financiamentos de imóveis uma das taxas mais comuns é a Serviço de Assistência Técnica Imobiliária. A taxa SATI geralmente equivale a 0,88% do valor do imóvel, cobrindo despesas como auxílio jurídico para elaborar e firmar o contrato, e muitas vezes é imposta ao consumidor na hora de fechar o negócio, mas ela não é obrigatória. O consumidor tem o direito de não utilizar esse auxílio, e os gastos da imobiliária ou construtora não devem ser pagos por ele.

Outra taxa indevida é a de corretagem. A comissão do corretor deve ser cobrada quando ele for contratado diretamente pelo consumidor, mas se o profissional estiver a serviço da empresa fechando o contrato, é ela quem paga. O consumidor não é obrigado a pagar um serviço que não contratou.

Texto publicado em http://www.administradores.com,  1 de julho de 2015.

Como contratar o gestor financeiro ideal para sua empresa

Finanças

Não tem saída! Como empreendedor, se finanças não é seu forte, a gestão desses processos logo vão virar um gargalo para a empresa. Se você entende bastante de finanças, logo não vai poder dar a devida atenção a isso – afinal, seus parceiros precisam de você.

Por isso, em algum momento, uma pessoa dedicada à área será fundamental para seu negócio conseguir crescer. Mas entender o perfil ideal para o gestor financeiro demanda, antes de tudo, entender o protagonismo da área financeira na gestão de empresas.

A área de finanças tem um papel fundamental na formulação da estratégica, na administração financeira, no controle gerencial e nos desafios do crescimento, com forte influência na implementação dos planos que transformam estratégia em ação. Conheça um pouco mais sobre a área e saiba como contratar o gestor financeiro ideal para sua empresa.

O papel estratégico da área de finanças

Em seu livro “Safári de Estratégia”, Henri Mintzberg sugere que a formulação da estratégia parece ser vital para a sobrevivência e o crescimento do negócio e que o campo da estratégia é caracterizado pelo foco na escolha: como e onde encontrar a melhor estratégia, ou melhor, como criá-la, quando não puder ser encontrada, e como explorá-la.

A área financeira é líder deste processo e entender o modelo de negócio da empresa é base fundamental do processo de planejamento estratégico e operacional (orçamento).

Os elementos do controle gerencial incluem planejamento estratégico, elaboração do orçamento, alocação de recursos e responsabilidades, mensuração de desempenho, avaliação e recompensa. De uma forma simplista, um processo de controle gerencial eficiente deverá garantir a implementação dos planos estratégicos – “transformando estratégia em ação”, maximizando os resultados do negócio.

A administração financeira, derivada do planejamento, realça ainda mais o papel da área financeira no planejamento e controle dos resultados do negócio.

As funções primordiais de um gestor financeiro

L.J. Gitman, no livro “Princípios da Administração Financeira”, destaca as três funções primordiais do administrador financeiro: análise e planejamento financeiro, a administração da estrutura de ativos da empresa e de sua estrutura financeira (capital).

O ambiente legal, operacional e tributário e conceitos como margem de contribuição, lucro operacional, ponto de equilíbrio, o valor do dinheiro no tempo, risco e retorno, fluxo de caixa, estrutura de capital são abordados no campo da administração financeira.

Merecem especial atenção o entendimento por parte do gestor financeiro das contas referentes ao Demonstrativo de Resultados – Lucros e Perdas e de Balanço Patrimonial. É evidente a importância na gestão e entendimento do balanço, que reflete a saúde financeira da empresa e não somente o resultado de um determinado exercício.

É importante ressaltar o papel do gestor financeiro no crescimento do negócio, entendendo as alavancas do crescimento e a maximização do retorno ao acionista/investidor. Algumas questões importantes que devem ser abordadas:

  1. Estratégia de precificação – como maximizar valor do seu produto ou serviço, tendo em vista as demandas do consumidor e a dinâmica do mercado?
  2. Gestão de custos e eficácia operacional – como maximizar alocação de recursos? Qual o impacto da tecnologia da informação no seu negócio?
  3. Volume e participação de mercado – quais as alavancas de demanda e o papel da inovação?
  4. Gestão de performance – como estabelecer metas e indicadores de gestão e performance?
  5. Planejamento tributário – como mitigar os impactos dos impostos diretos e indiretos, de acordo com a legislação? Ex: Lucro presumido ou real? Qual a melhor opção?
  6. Gestão da complexidade – o dilema do crescimento: estou preparado para o desafio da complexidade na gestão?

Com a participação de fundos de private equity e venture capital em startups e empresas de pequeno e médio porte, a competência na gestão da relação com investidores e acionistas estendeu ainda mais o perfil do gestor financeiro.

Competências de um líder financeiro

Como gestor líder destes processos, além do conhecimento técnico, o aspecto comportamental merece atenção especial. Destacamos cinco importantes aspectos da capacidade de liderança do gestor:

  1. Trabalho em equipe e na formação de talentos – equipes de alta performance.
  2. Inovação – capacidade de inovar desafiando o status quo de processos e sistemas – eficácia operacional.
  3. Disciplina no planejamento e controle – governança e gestão de Risco.
  4. Foco no resultado – a meritocracia na entrega da equipe e do indivíduo.
  5. Comunicação – o poder de comunicar de forma clara e persuasiva dentro e fora da área financeira.

Por último, em relação ao potencial do gestor financeiro e sua carreira na empresa, cabe destacar três elementos fundamentais:

  1. Agilidade de aprendizado – capacidade de assumir novos desafios e responsabilidades.
  2. Elevado grau de comprometimento – capacidade de entender a empresa como o objetivo primordial.
  3. Ambição de crescer – Crescer profissionalmente e como indivíduo, interdependente com a empresa.

Certamente, será necessária a ajuda de gente experiente na área de finanças para auxiliá-lo na escolha do seu gestor financeiro. Mentores e conselheiros com experiência na área devem ser consultados e, se possível, fazer parte do processo de tomada de decisão na escolha do talento ideal para sua empresa, que deverá combinar o talento técnico e de liderança com o potencial de crescimento profissional.

Fonte: Fernando Teixeira para Revista Exame

Fernando Teixeira é General Manager da Emporium Cigars. Exerceu diversos cargos de liderança na área Financeira na Souza Cruz, até ocupar o cargo de Diretor de Recursos Humanos da empresa. Foi Presidente do Conselho de Administração da Brascuba Cigarrillos S.A e Presidente da Fundação Albino Souza Cruz (Previdência Privada). Fernando é graduado em Engenharia pela PUC-RJ, com Mestrado em Administração de Empresas na COPPEAD -UFRJ, cursos de extensão em Cranfield University – UK (Finanças) e Michigan University – USA (RH).

Santa Tecnologia

A rapidez da transformação digital e os curtos ciclos de vida dos dispositivos e serviços aumentam a importância e a pressão sobre os testes de garantia de qualidade.

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A Capgemini, um dos principais provedores globais de serviços de consultoria, tecnologia e terceirização, e a Sogeti, sua divisão de serviços profissionais, divulgaram os resultados da 7ª edição do World Quality Report (Relatório Mundial sobre Qualidade). Publicado em parceria com a HP, o estudo anual avalia o nível de qualidade das aplicações e testes em diversos setores e regiões.

O relatório deste ano revela que as organizações estão valorizando mais a garantia da qualidade e os testes devido à velocidade da transformação digital, que está contribuindo para o aumento do número de novas aplicações, afetando suas operações. Este ponto foi considerado um obstáculo pelas empresas entrevistadas, uma vez que 55% das empresas identificaram “a mudança rápida da funcionalidade das aplicações” como…

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